domingo, 22 de maio de 2011

Gostei dos dias em que mal pensei em ti. Aqueles dias em que não estavas na minha cabeça logo quando acordava. Em que não mexia constantemente no telemóvel à espera de uma mensagem tua. Os dias em que tinha a certeza daquilo que tinha que fazer. Mas [há sempre um mas] depois voltei, e com isso as incertezas. Não que tenha deixado de saber o que fazer, simplesmente perdi a coragem. E assim, continuo a arrastar-nos para o precipício que sei que vai, e tem, que chegar. Só não queria que fosse já. Agora. Mas tem que ser. E isso, ao contrários das minhas vontades, tem que ter mais força.

sexta-feira, 20 de maio de 2011

terça-feira, 17 de maio de 2011

Boa música. Um lápis na mão. E um bloco na mesa. 

domingo, 15 de maio de 2011

Os segredos começam a ser muitos. Não gosto.

sábado, 7 de maio de 2011

sexta-feira, 6 de maio de 2011

quarta-feira, 4 de maio de 2011

Por vezes, as pessoas que achamos serem as mais certas na nossa vida, as mais confiáveis. São as que mais nos conseguem desiludir e que nos fazem questionar se fazem assim tanta falta na nossa vida ou não.

terça-feira, 3 de maio de 2011

segunda-feira, 25 de abril de 2011

 A única maneira de nos livrarmos de uma tentação é entregarmo-nos a ela.

sábado, 23 de abril de 2011

I’m looking for love. Real love. Ridiculous, inconvenient, consuming, can’t-live-without-each-other love.

quinta-feira, 7 de abril de 2011

Quem me dera ter um namorado que gostasse tanto de mim como ele gosta dela.

sexta-feira, 1 de abril de 2011

- Hoje estás gira, Lady C.
- Oh, ela ouve isso quase todos os dias.

quinta-feira, 31 de março de 2011

No bairro do amor

No bairro do amor a vida é um carrossel
Onde há sempre lugar para mais alguém
O bairro do amor foi feito a lápis de cor
Por gente que sofreu por não ter ninguém
No bairro do amor o tempo morre devagar
Num cachimbo a rodar de mão em mão
No bairro do amor há quem pergunte a sorrir:
Será que ainda cá estamos no fim do verão?
Eh, pá, deixa-me abrir contigo
Desabafar contigo
Falar-te da minha solidão
Ah, é bom sorrir um pouco
Descontrair-me um pouco
Eu sei que tu compreendes bem.
No bairro do amor a vida corre sempre igual
De café em café, de bar em bar
No bairro do amor o sol parece maior
E há ondas de ternura em cada olhar.
O bairro do amor é uma zona marginal
Onde não há prisões nem hospitais
No bairro do amor cada um tem de tratar
Das suas nódoas negras sentimentais
Eh, pá, deixa-me abrir contigo
Desabafar contigo
Falar-te da minha solidão
Ah, é bom sorrir um pouco
Descontrair-me um pouco
Eu sei que tu compreendes bem.
[cada vez mais fã de Jorge Palma]

terça-feira, 29 de março de 2011

Ver-te, num ocasional encontro, nas escadas. Eu a descer, tu a subir, o beijo apressado e atrapalhado. O coração a acelerar.

segunda-feira, 28 de março de 2011

there's always a reason to smile

sexta-feira, 25 de março de 2011

Acho muito querido quando mandas mensagem a dizer: adormeceste?

domingo, 20 de março de 2011

Com que então faço-te bem?