Gostei dos dias em que mal pensei em ti. Aqueles dias em que não estavas na minha cabeça logo quando acordava. Em que não mexia constantemente no telemóvel à espera de uma mensagem tua. Os dias em que tinha a certeza daquilo que tinha que fazer. Mas [há sempre um mas] depois voltei, e com isso as incertezas. Não que tenha deixado de saber o que fazer, simplesmente perdi a coragem. E assim, continuo a arrastar-nos para o precipício que sei que vai, e tem, que chegar. Só não queria que fosse já. Agora. Mas tem que ser. E isso, ao contrários das minhas vontades, tem que ter mais força.